Leituras do mês – Janeiro 2018

Olá!

Vamos reunir as leituras do mês? Há muito o que se comentar sobre essas obras lindas.

Comecei o ano com o pé direito, lendo bastante! Que delícia!

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Confira agora minhas LEITURAS DE JANEIRO!

Confira a lista na ordem em que vão aparecer aqui no post:

  • Assassinato No Expresso Do Oriente – AGATHA CHRISTIE
  • O Natal De Poirot – AGATHA CHRISTIE
  • Aos Perdidos, Com Amor – BRIGID KEMMERER
  • Tartarugas Até Lá Embaixo – JOHN GREEN
  • TRILOGIA Nunca Jamais – COLLEEN HOOVER E TARRYN FISHER

Assassinato No Expresso Do Oriente – AGATHA CHRISTIE

Título original: Murder On The Orient Express, de 1934.

Versão lida: Em português, Editora NOVA FRONTEIRA, 2009. (O livro faz parte de um BOX contendo 3 livros, intitulado “O melhor de Agatha Christie”)

poirot

A autora

Agatha Christie nasceu no Reino Unido em 1890, e morreu em 1976 aos 85 anos.

Considerada a “Rainha do Crime”, Christie aliou uma imaginação brilhante à sua grande habilidade como narradora, para conquistar gerações de público para suas histórias de mistério e suspense.

Deu-se em 1920 a publicação o seu livro de estreia, “O Misterioso Caso de Styles”, protagonizado pelo detetive belga Hercule Poirot, que se tornaria um dos mais famosos personagens de toda a história da literatura. Poirot seria protagonista de mais 33 romances e dezenas de contos.

agatha_christie_series_books1Numa carreira de mais de meio século, Agatha Christie escreveu 79 romances e livros de contos, além de doze peças de teatro. Além das peças, contos e romances de mistério, Agatha publicou seis romances românticos, com o pseudônimo Mary Wetsmacott. (Fonte: eduação.uol)

Segundo o Guiness Book, Christie é a romancista mais bem sucedida da história da literatura popular mundial em número total de livros vendidos, uma vez que suas obras, juntas, venderam cerca de quatro bilhões de cópias, cujos números totais só ficam atrás das obras vendidas do dramaturgo e poeta William Shakespeare e da Bíblia.

Segundo a organização Index Translationum, as obras de Agatha Christie já foram traduzidas, em levantamento recente, para mais de 100 idiomas em todo o mundo. Seu livro mais vendido, Ten Little Niggers publicado no Brasil como “E Não Sobrou Nenhum”, ou “O Caso dos Dez Negrinhos”, de 1939, é também, com cerca de 100 milhões de cópias comercializadas em todo o globo, a obra de romance policial mais vendida da história, além de figurar na lista dos livros mais vendidos de todos os tempos, independentemente de seu gênero. (Fonte: Wikipédia)

O livro

Esse livro foi minha primeira leitura do ano! Comecei bem, não? Ganhei esse BOX com 3 livros de Agatha Christie de uma amiga, e só agora decidi devorar suas páginas. Romance policial não é um dos meus gêneros literários mais lidos, porém, como fã de Connan Doyle, tenho uma tendência a gostar de mistérios e mentes brilhantes trabalhando para desvendá-los. 

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Post LIVRO X FILME sobre ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE, LINKADO ABAIXO.

Comecei o ano com essa leitura principalmente porque queria ler o livro antes de assistir ao FILME, lançado em dezembro de 2017. Consegui esse feito, e escrevi um post aqui no BLOG chamado LIVRO X FILME, que será tema recorrente por aqui. Lá você encontra minha opinião detalhada com relação a ambos filme e livro.


O Natal De Poirot – AGATHA CHRISTIE

Título original: Hercule Poirot’s Christmas, de 1939.

Versão lida: Em português, Editora NOVA FRONTEIRA, 2009. (O livro faz parte de um BOX contendo 3 livros, intitulado “O melhor de Agatha Christie”)

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O livro

Em O NATAL DE POIROT, a autora desenvolve mais uma de suas incrivelmente bem escritas tramas de suspense, a cerca do assassinato do patriarca da família Lee, em plena reunião de família no feriado de Natal.

Simeon Lee, conhecido por sua tirania e detestado pela maioria de seus filhos e familiares, é encontrado morto em seu quarto sob circunstâncias misteriosas. Quando o detetive Poirot chega na casa, se depara com uma atmosfera não de luto, mas de suspeitas mútuas. Todos ali sabem que tem motivos para desejar a morte do velho, e agora, é preciso desvendar o mistério para trazer justiça à Simeon e ao nome da família Lee.

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É muito interessante, enquanto fazendo essa leitura, assim como em ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE, observar o desenrolar da trama, conhecer os personagens, e ver como cada detalhe conta na hora de desvendar o mistério. Trata-se de uma mente brilhante e criativa ao máximo, trabalhando com cenários impossíveis, dando explicações perfeitamente lógicas para tudo. Afinal, Poirot não se satisfaz até que tenha compreendido todos os detalhes do crime, e trazido o culpado (ou culpados) à tona.

Agatha mais uma vez não decepciona, e revela o ato final da trama com maestria. Considero sua escrita exemplar, e pretendo continuar a conhecer seu trabalho, me aprofundando mais em suas características únicas como autora.


Aos Perdidos, Com Amor – BRIGID KEMMERER

Título original: Letters To The Lost, de 2017.

Versão lida: Em português, Editora PLATAFORMA 21, 2017.

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A autora

Há poucas informações sobre Brigid Kemmerer online. Sabe-se que ela é de Nebraska nos EUA, e mora em Maryland com o marido e quatro filhos.

Seu romance AOS PERDIDOS, COM AMOR é o primeiro lançado em português no Brasil. Ela escreveu também THICKER THAN WATER, 2015, um romance paranormal New Adult, e a série ELEMENTAL, 2012, que conta com cinco livros e três contos. A série também fala de elementos paranormais e romance.

O livro

Juliet Young sempre escreveu cartas para sua mãe. Mesmo depois da morte dela, continua escrevendo – e as deixa no cemitério. É a única coisa que tem ajudado a jovem a não se perder de si mesma.

Já Declan Murphy é o típico rebelde. O cara da escola de quem sempre desconfiam que fará algo errado, ou até ilegal. O que poucos sabem é que, apesar da aparência durona, ele se sente perdido. Enquanto cumpre pena prestando serviço comunitário no cemitério local, vive assombrado por fantasmas do passado.

Um dia, Declan encontra uma carta anônima em um túmulo e reconhece a dor presente nela. Assim, começa a se corresponder com uma desconhecida… exceto por um detalhe: Juliet e Declan não são completos desconhecidos um do outro. Eles estudam na mesma escola, porém são tão diferentes que sempre se repeliram. E agora, sem saber, trocam os segredos mais íntimos. Mas, aos poucos, a vida real começa a interferir no universo particular das confidências. E isso pode separá-los ou uni-los para sempre.

Entre cartas, e-mails e relatos, Brigid Kemmerer constrói uma trama intensa, repleta de descobertas e narrada sob o ponto de vista dos dois personagens. Uma história de amor moderna de arrebatar o coração.

Esse livro foi o achado do mês! Claro, está entre os mais vendidos na livraria, bem visível, então encontra-lo não foi mérito totalmente meu. Mas mesmo assim, por não conhecer a autora e nem nunca ter ouvido falar do livro, teria sido fácil ignorar a prateleira de lançamentos e ir direto para as que costumo vasculhar.

Só pela sinopse já é possível ter um gostinho do que está por vir. A trama é muito original, nunca li nada parecido. E olha que, se ler romances fosse esporte olímpico, eu seria medalhista, com certeza.

Mas mesmo com uma boa ideia, é possível que o autor as vezes não consiga desenvolver o conceito muito bem. Acontece. Mas não nesse caso.

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Arte de fã com Declan e Juliet.

 

Kemmerer desenvolve a trama com muito talento, mostrando o ponto de vista dos dois personagens centrais de forma alternada (algo que pretendo fazer nos meus romances futuros… #ficaadica). Ela envolve o leitor naquele mundo que Juliet e Declan criam, que é só deles, de carta em carta, e-mail em e-mail, desdobrando os acontecimentos e sentimentos, enquanto crescem e se desenvolvem junto com o sentimento lindo que dividem.

muita dor e traumas nas vidas dos dois, e o amor que nasce entre eles coloca tudo em perspectiva, mostrando um caminho alternativo para aquele tortuoso que cada um seguia até então.

Há rupturas, encontros e desencontros em momentos certeiros, que aliviam a ansiedade de quem está lendo, mas ainda assim contribuem para a construção da estória. Não consigo apontar erros na trama, porque para mim, está perfeitamente costurada com aquilo que a autora propôs.

Há buracos na trama com relação a vida de um personagem secundário, Rev, que será desenvolvido no segundo livro, a sequência da estória, dessa vez com foco nele. Haverá aparições dos queridos Juliet e Declan, promete a autora em seu site oficial.

Enfim, estou apaixonada pelo livro, quero muito a versão original para reler em inglês, e não me aguento até MARÇO, quando sai MORE THAN WE CAN TELL, a sequencia.


Tartarugas Até Lá Embaixo – JOHN GREEN

Título original: Turtles All The Way Down, de 2017.

Versão lida: Em inglês, Editora DUTTON BOOKS, 2017.

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O autor

Não acredito que John Green precise de apresentação, mas para garantir a estrutura do post, vamos lá:

Autor mais celebrado da literatura jovem dos últimos dez anos, Green teve dois livros A CULPA É DAS ESTRELAS e CIDADES DE PAPEL transformados em filmes rentáveis. Seus livros, romances dedicados ao público jovem e adolescente, dão voz a garotos e garotas em formação, que transparecem ao leitor todas as angústias e dificuldades da transformação da infância para a vida adulta de forma fluida e bela.

Seus personagens trazem profundidade e entregam experiências viscerais, cada vez mais aguardadas em cada novo livro lançado.

Green também mantém um celebrado canal no YOUTUBE  com seu irmão Hank Green, onde trata de assuntos relacionados e projetos de cunho social.

Ele é autor best-seller do New York Times, e vendeu mais de 4,5 milhões de livros, só no Brasil. 

O livro

Aza Holmes tem 16 anos e, ao lado da melhor amiga, decide investigar o desaparecimento de um bilionário, de olho na polpuda recompensa. Enquanto tenta ser uma boa filha, uma boa amiga e, agora, até mesmo uma boa detetive, as terríveis espirais de pensamento continuam a assustá-la, afunilando-se mais e mais, infinitamente.
O mais pessoal de todos os livros de John Green, Tartarugas até lá embaixo é recheado de frases sublinháveis, amizades cativantes, fanfics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses. Um livro sobre as mais incríveis surpresas que surgem ao longo da vida de todos nós.

A primeira coisa que é preciso dizer sobre esse livro, é que John Green passou 6 anos o escrevendo, baseado em sua própria experiência com TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo, e com doenças que ele descreve como mentais.

A personagem central, Aza, é uma menina de 16 anos que se sente presa em seus pensamentos, convivendo com ideias obsessivas as quais atrapalham sua vida e das quais ela não consegue escapar. Green descreve sua experiência com TOC da mesma forma, explicando em um de seus vídeos a forma como, durante toda sua vida, esteve em contato com esse monstro que de certa forma transforma sua mente em refém, e o obriga a conviver com pensamentos que ele não queria ter, mas que não consegue ignorar.

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John Green e alguns de seus livro

O livro é um linda narração do processo de amadurecimento de Aza, enquanto adolescente e vítima de uma doença cruel. Suas relações com amigos, família e com sigo mesma são todas observadas do ponto de vista de sua doença, e o processo pelo qual ela precisa passar para compreender como lidar com tudo isso, e o que se pode esperar de uma vida convivendo com/tratando dessa doença.

 

Em meio a um mistério de desaparecimento em sua cidade, e o redescobrir de uma paixão jovem e profunda, Aza descreve cada momento de sua luta contra o espiral de pensamentos ruins com detalhes, transportando o leitor para dentro de sua cabeça, iluminando um caminho que entrega conhecimento sobre um problema pouco conhecido e divulgado.

Por esse emotivo, principalmente, dou a TARTARUGAS ATÉ LÁ EMBAIXO o título de LEITURA OBRIGATÓRIA!

Assim como milhões de fãs pelo mundo, eu também estava na expectativa pelo próximo lançamento de John Green, e devorei as paginas com facilidade quando coloquei minhas mãos em minha cópia. Sou fã de seu trabalho, tenho todos os livros e acredito que seu talento especial para dar voz a adolescentes na literatura é incrivelmente único, e deve ser celebrado.

Sinto, como fã e leitora de seu trabalho, que me é permitido criticar de forma respeitosa seu novo livro, e compara-lo, em questão de qualidade, aos outros. A trama, apesar de muito bem construída e arrematada, é muito simples, porque o foco da estória é a doença e a relação de Aza com ela, fato que se torna óbvio após  fim da leitura. Essa simplicidade me incomodou em certos momentos, pois como leitora, procuro sempre boas tramas construídas em cima de reviravoltas e descobertas, que empolgam a leitura e enriquecem os personagens. Mas dessa vez sinto que a trama, mais do que em qualquer outro de seus livros, tomou o assento do banco de trás nesse carro, que estava sendo conduzido pelo estudo e debate da doença.

Dito isso, acredito que esse livro é um relato maravilhoso de um ponto de vista incrivelmente pessoal sobre uma doença que merece ser discutida, ajudando assim mais pessoas a procurarem o tratamento necessário, e não se sentirem sozinhas em sua caminhada rumo à saúde mental.


TRILOGIA Nunca Jamais – COLLEEN HOOVER E TARRYN FISHER

Título original: Never Never, Never Never Part Two, Never Never Part Three, de 2015.

Versão lida: Em inglês, Ebook Kindle, 2015.

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As Autoras

Essa trilogia foi escrita por duas autoras em colaboração. A primeira delas, Colleen Hoover, é uma autora best-seller do New York Times, escreveu 11 romances e 5 novelas. É autora das séries Slammed e Hopeless.

A segunda é Tarryn Fisher, uma autora sul-africana que já produziu nove livros, escritos segundo ela, sobre vilões. Também é best-seller do NYT.

Os livros

Charlize Wynwood e Silas Nash são melhores amigos desde pequenos. Mas, agora, são completos estranhos. O primeiro beijo, a primeira briga, o momento em que se apaixonaram… Toda recordação desapareceu. E nenhum dos dois tem ideia do que aconteceu e em quem podem confiar.

Charlize e Silas precisam trabalhar juntos para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com eles e o porquê. Mas, quanto mais eles aprendem sobre quem eram, mais questionam o motivo de estarem juntos para começo de conversa.

Essa trilogia conta como um livro só. Primeiro porque é uma estória contínua, que para abruptamente ao final do primeiro e do segundo livro, de forma que ou você morre de frustração, ou imediatamente parte para a leitura do livro seguinte. Segundo que é obviamente uma tática para vender mais, dado que os livros são curtos e caberiam facilmente num volume só. Mas, a cada um sua forma de pensar, né? Não compreendo a decisão de separá-los, mas respeito.

Comprei o primeiro livro quando a versão em português saiu a mais de uma ano, li em velocidade recorde (realmente esses livros, individualmente, são bem curtinhos), só para depois descobrir que a PARTE 2 não tinha sido lançada pela editora brasileira. Larguei de lado.

Essa semana, numa visita a livraria, avistei o livro PARTE 2 da mesma coleção, em português. Meu lado obsessivo exigiu logo que eu o comprasse, para que a PARTE 1 em minha prateleira não ficasse mais tão sozinha, afinal, coleções devem ficar completas e juntinhas. Desculpa, mas faz todo o sentido. #obsessiva

Quando cheguei em casa, me lembrei da frustração que senti um ano antes ao ler a PARTE 1, e resolvi que só leria novamente se fosse a trilogia completa, somente quando tivesse todos em mãos. Pesquisando na internet, descobri que não há previsão para o lançamento do ultimo volume em versão traduzida, então coloquei meus dois livrinhos de lado, comprei a versão original em inglês em EBOOK no Kindle, e em quatro dias li os três. Ponto.

nunca jamais never never 2

Agora, falando um pouco da série, preciso dizer que não li mais nada das autoras, então não há com que comparar, mas sei que gostei muito da trilogia NEVER NEVER.

Os personagens centrais, Silas e Charlie, são queridos, cheios de energia, bem escritos e criados, acrescidos de muita personalidade, e cada um ganha muitas linhas para desenvolver suas ideias e sentimentos, característica que agrada muito quem gosta de estórias feitas em cima de personagens.

Um casal de adolescentes que, de um momento para o outro, acorda na escola sem ter memória alguma de quem são, onde estão, ou o que aconteceu. Eles não se reconhecem, mas dado o estado assustado de cada um, conseguem reconhecer que estão passando pelo mesmo trauma, e decidem se ajudar para tentar entender o que lhes aconteceu.

A trama é desenvolvida em cima de poucos dias, os quais eles passam procurando aprender sobre si mesmos antes da perda de memoria, sobre as pessoas de suas vidas, e sobre sua relação um com o outro.

Inicialmente é confuso imaginar que não há dados para costurar passado e presente, e o leitor fica apenas atento ao momento, vivendo aquela descoberta junto com eles. Depois começamos a receber informações sobre o passado, sobre tudo o que os levou até a aquele momento, e vamos compreendendo a ligação profunda que une Silas e Charlie desde o começo.

 

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As autoras Tarryn Fisher e Colleen Hoover

 

Há um elemento sobrenatural muito sutilmente inserido na trama para basear fatos inexplicáveis, mas não é nada que transforme a coisa toda em fantasiosa demais. E há, com certeza, certas liberdades que são tomadas para garantir que a trama continue focada nos dois personagens centrais, ignorando o resto do mundo. Apesar de gerar certo desconforto com relação a lógica da trama, é aceitável quando se pensa no outro lado da moeda. O desenvolvimento detalhado dos momentos íntimos dos dois.

Além dos mistérios que cercam a trama, o que mais me chamou atenção foi o desenrolar da descoberta dos sentimentos, do amor que une os dois personagens. Há uma conexão profunda, tão forte quanto se pode imaginar, e esse tipo de amor, que não é arrebatador, mas sim galgado ao longo de duas vidas, inúmeras experiências e trocas de confidencias, que não se vê muito em romances por ai.

Leio esses livros com frequência, como já mencionei, e esse tipo de conexão é mais rara de se encontrar nas páginas. E quando encontrada, nem sempre ganha profundidade para se tornar tão memorável, as vezes fica forçado e acaba transformando a coisa toda num conto de fadas, ao passo que no caso de NUNCA JAMAIS, não ficam dúvidas. É tudo muito verdadeiro. É vivo. 


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Minhas leituras de janeiro não desapontaram, e estão todas mais do que bem recomendadas. Deu tudo muito certo, não li nada que me desapontou esse mês, mesmo apostando em autores desconhecidos, livros que vieram sem nenhuma indicação, e estórias para as quais eu tinha grandes expectativas.

Nos encontramos novamente no final do mês que vem para rever as leituras de fevereiro, enquanto isso, não se esqueça de se inscrever aqui no site para receber notificações de posts novos. Falamos sobre livros, filmes, e afins com frequência.

Muito obrigada pela companhia. Boa leitura!

XO, Ana. 


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