3 Perguntas para… Padú!

Olá!
No post de hoje vamos conhecer um pouco mais sobre o herói/interesse romântico do meu romance cômico MINHA LISTA DE COISAS PARA VIVER, disponível em EBOOK NO KINDLE.

Padú chega na cidade como um dos editores de uma nova Editora, e coincidentemente coloca suas mãos num original escrito por ninguém menos que uma das protegidas de sua mãe, Dona Celi, uma das editoras mais respeitadas do país, com quem Padú tem uma relação tempestiva e complicada.

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Ao conhecer Alba e seus engajados amigos, ele sugere: Faça uma lista de coisas que quer viver, e depois escreva sobre isso! Desafio aceito, Padú se vê acompanhando Alba nessa louca jornada em busca de inspiração e quem sabe, um amor verdadeiro.

Conheça mais um pouco sobre ele, descobrindo suas respostas para essas três simples perguntas. O que será que ele vai dizer?

Identidade: Paulo Eduardo, carinhosamente chamado de Padú, tem um currículo e tanto. Bacharel em Letras, pós-graduação em Literatura e Crítica Literária, mestrado em Ciências da Linguagem e doutorado em Estudos Literários. Após anos de viagens onde se dedicou aos estudos e também a explorar o mundo, ele acaba de aceitar um emprego em uma nova Editora, onde imediatamente coloca as mãos num original escrito por ninguém menos ninguém mais do que uma das protegidas de sua mãe, Dona Celi, uma das editoras mais respeitadas do país, com quem ele aprendeu muito.

Padú se sente imediatamente atraído por essa mulher que parece não perceber seu potencial para escrever um verdadeiro bestseller, se ao menos não estivesse tão concentrada em agradar Dona Celi. Além disso seus amigos são as melhores pessoas que ele conheceu em muito tempo, e há algo de único na forma determinada e um tanto neurótica como Alba encara seus novos desafios…

Ele é aventureiro, porém muito apaixonado pelo que faz, e está determinado a ajudar Alba a descobrir novas experiências de vida, e desvencilhar-se das garras de sua mãe, com quem tem muitas conversas inacabadas.

Entrevistadora: Pronto para responder a três simples perguntas?

Padú: Tão pronto quanto poderia estar.

E: Vamos lá. Padú, por causa de sua experiência de vida, viajando pelo mundo, descobrindo pessoas e lugares, sua decisão de se estabelecer nessa cidade e trabalhar novamente como editor me surpreende. O que te fez querer firmar raízes por aqui?

P: No começo, quando recebi a proposta de trabalho confesso que recusei de imediato, assim como havia feito tantas vezes antes. Ainda estava muito feliz com minhas andanças, sem nunca criar vínculos muito fortes com lugar algum. Porém, a algum tempo minha mãe vinha insistindo que por causa da minha idade, – eu já estava mais longe dos vinte do que gostaria de admitir – eu deveria começar a pensar em planos mais definitivos do que usar a garagem de nossa velha casa como depósito para tudo aquilo que eu acumulava, mas não queria carregar comigo.

Pensei que ela estivesse tentando me convencer a voltar e trabalhar com ela novamente, como havia feito tantas vezes ao longo dos anos, mas ela me revelou que seu interesse estava apenas em poder manter uma relação amigável entre nós, tanto quanto fosse possível, e que em se tratando de sua Editora, ela já havia feito planos para o futuro, e que eu não me preocupasse mais com isso.

Fiquei intrigado, retornei alguns e-mails com propostas de trabalho e encontrei aquele que me pareceu mais interessante. Era um contrato curto, de apenas seis meses, que eu poderia facilmente sobreviver caso não tivesse interesse em alongar minha estadia, mas muito antes de eu ter a chance de repensar o caso, duas coisas aconteceram. Minha mãe parecia realmente disposta a manter algum tipo de relação comigo, onde não haviam interesses profissionais ou legado de família envolvidos, o que era realmente uma mudança; e em segundo lugar, aconteceu… Alba.

E: Ela foi um grande fator em sua decisão de não apenas ficar, mas também procurar um lugar mais definitivo para viver, e finalmente retirar suas coisas da garagem de sua mãe?

P: Ela não foi um fator. Ela é a razão de tudo.

Quando a conheci soube de imediato que havia algo de muito intrigante nela. Apesar de talentosa, linda e uma pessoa incrível, havia nela uma espécie de insegurança com relação a suas habilidades de realizar seus sonhos. Um clássico efeito colateral de se conviver com minha mãe.

No começo eu queria muito que ela conseguisse ver sua relação com Dona Celi como eu via, mas logo percebi que isso não iria acontecer. Ser leal é uma das maiores qualidades de Alba. Ela seria torturada e jogada aos leões antes de trair uma pessoa que ganhou sua confiança, e infelizmente, uma dessas pessoas era minha mãe. Elas trabalharam juntas por tempo demais, e agora era impossível convencer Alba de que Dona Celi era nada menos do que uma simples mortal.

É claro que, depois de me sentir completamente abraçado por Alba, suas companheiras de apartamento Rapha e Malu, e seus amigos Carlinhos, Miguel e Renan, uma nova família se formou, e antes que eu percebesse, estava totalmente apaixonado por todos eles.

Agora não consigo imaginar minha vida sem eles. Sem ela.

E: Vocês dois formam um lindo casal. Você acha que há futuro para os dois, mesmo com a dificuldade de ter sua mãe, a mentora de Alba, como empecilho em sua relação? Afinal, pelo que pude entender, Dona Celi não parece apoiar a forma como você incentiva os sonhos de Alba, que em nada se parecem com os planos que ela própria fez para o futuro da Editora. 

P: Ainda não ficou totalmente claro para mim quais são exatamente esses planos. Sei que ela imagina ter moldado Alba a sua imagem e semelhança, mas ela não enxerga a verdadeira Alba, a que sonha em escrever e tem muito talento para isso. Dona Celi apenas enxerga nas pessoas aquilo que ela pode tirar delas, seja algo real ou não.

Não me preocupo com Alba. Mesmo que eu não consiga desvencilhá-la de minha mãe como planejava, tenho certeza de que ficará bem, onde quer que esteja. Ela é forte, decidida, organizada – aquelas intermináveis listas… nem me pergunte. – e pode fazer tudo que decide fazer. É só questão de tempo até que veja que há muito mais do que a opinião de minha mãe, e eu vou estar lá, ao seu lado, para segurar sua mão durante todos os passos do caminho. E vou dar todos os meus passos com ela também.

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Obrigada pela companhia, e até logo!
XO, Ana.

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