Indicações Vogue Da Literatura Atual Brasileira

Olá!

Vogue indica: Escritores nacionais contemporâneos e suas obras que merecem um lugar na sua lista de leituras. Conheça os nomes!

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Lendo a Vogue Brasil, encontrei algumas indicações de autores brasileiros que estão fazendo barulho com seus novos livros, chamando a atenção dos críticos e ganhando espaço na literatura nacional contemporânea.

Confira:

O sol na cabeça, de GEOVANI MARTINS.

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Com a estreia de Geovani Martins, a literatura brasileira encontra a voz de seu novo realismo. Nos treze contos de O sol na cabeça, deparamos com a infância e a adolescência de moradores de favelas – o prazer dos banhos de mar, das brincadeiras de rua, das paqueras e dos baseados –, moduladas pela violência e pela discriminação racial. Em O sol na cabeça, Geovani Martins narra a infância e a adolescência de garotos para quem às angústias e dificuldades inerentes à idade soma-se a violência de crescer no lado menos favorecido da “Cidade partida”, o Rio de Janeiro das primeiras décadas do século XXI.

“Se Lima Barreto estivesse vivo, sem dúvida leria com emoção as narrativas deste livro tão necessário em tempos de intolerância, ódio e ignorância.” — Milton Hatoum.

Fonte: books.google.com.br

A resistência, de JULIÁN FUKS.

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Em A resistência, Julián Fuks conta a história de uma família argentina que vem para o Brasil fugindo da ditadura e da repressão. Os pais são perseguidos políticos e veem a necessidade de deixar o país, mesmo que o Brasil não represente um lugar assim tão seguro. São três os filhos: um adotado, dois biológicos. É o filho mais novo que narra o livro e desde o começo nos apresenta seu dilema: Meu irmão é adotado, mas não posso e não quero dizer que meu irmão é adotado. Sebastián, então, passa a rememorar a história de sua família desde seus pais, ainda jovens estudantes de medicina em um país que para o narrador nunca conseguiu representar casa.

Fonte: revistapolen.com

Rabo de baleia, de ALICE SANT’ANNA.

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‘Rabo de baleia’ é o segundo livro da poeta carioca Alice Sant’Anna. São trinta e cinco poemas – intervenções no cenário cotidiano irrompendo sem aviso, como um rabo de baleia na superfície da água, para transformar a percepção do que parecia acabado e impermeável. Nas palavras da crítica Heloisa Buarque de Hollanda, Alice é sem dúvida uma protagonista da nova poesia no Brasil, e Rabo de baleia um livro ‘já definitivo’.

Fonte: books.google.com.br

O verão do chibo, de EMILIO FRAIA e VANESSA BÁRBARA.

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Neste livro, um menino de cerca de sete anos, mergulhado num universo muito particular, descreve suas aventuras nas férias de verão, embrenhado num milharal ao lado de outros amigos. Mas esse é um verão diferente. Pois Chibo, seu irmão mais velho, some misteriosamente, e os outros garotos parecem seguir o mesmo caminho.

Fonte: books.google.com.br

O clube dos jardineiros de fumaça, de CAROL BENSIMON.

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Em um cenário formado por coníferas milenares, estradas sinuosas e falésias, a região californiana do Triângulo da Esmeralda concentra a maior produção de maconha dos Estados Unidos. É Lá que o jovem professor brasileiro Arthur busca recomeçar a vida, depois dos acontecimentos que o levaram a deixar Porto Alegre.

Aos poucos, ele se insere na dinâmica local e passa a fazer parte de uma história que começa com a contracultura dos anos 1960 e se estende até o presente. À vida de Arthur e daqueles com quem estabelece vínculos — o atormentado Dusk, a solitária Sylvia, a indecisa Tamara — mistura-se a de personagens reais que participaram do embate que levou à descriminalização do uso da maconha, fazendo deste um poderoso romance panorâmico.

Cruzando história e ficção, com uma linguagem original e ousada, a meio caminho entre Brasil e Estados Unidos, Carol Bensimon compõe em O clube dos jardineiros de fumaça um brilhante retrato da geração hippie e de seu legado.

Fonte: books.google.com.br

De espaços abandonados, de LUISA GEISLER.

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De espaços abandonados é um mosaico narrativo de várias vozes, um livro sobre procurar alguém e se perder no processo. Nele, Luisa Geisler constrói com maestria uma trama complexa com personagens envolventes que desafiam os limites das páginas. Maria Alice é introspectiva e míope; muito míope. Sua mãe, que sofria de distúrbio bipolar, desapareceu sem deixar pistas, e Maria Alice está disposta a viajar o mundo para reencontrá-la.

Posts em um blog sobre espaços abandonados e exploração urbana a levam a Dublin, onde passa a viver com brasileiros que decidiram ganhar a vida no exterior, mas que perderam (ou ignoraram) o rumo. EM sua incerta busca, ela acaba seguindo o próprio desejo de se perder.

Ao mesclar cartas, trechos de livros, manuais de escrita, depoimentos e arquivos perdidos em computadores, Luisa Geisler costura a vida de uma série de brasileiros auto-exilados na Irlanda, em busca de um futuro melhor, ainda que não saibam o que procuram.

Este livro não traça apenas a jornada de uma mulher em busca da mãe. Ele refaz, também, a história de personagens perdidas, que buscaram uma vida melhor em outros países, mas acabaram reencontrando antigos problemas nelas mesmas. São pessoas que por anos ouviram histórias sobre ganhar em euro e a mítica da sorte irlandesa, mas que agora estão entre tentar achar uma forma de fugir da vida ou encará-la de frente.

Fonte: books.google.com.br

As perguntas, de ANTONIO XERXENESKY.

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Alina enxerga sombras e vultos desde criança. Doutoranda em história das religiões, especializada em tradições ocultistas e aferrada à racionalidade que tudo ilumina, ela se acostumou a considerar as aparições como simples vestígios de sonhos interrompidos.

Certo dia, um telefonema da delegacia desarruma sua rotina de tédio programado. A Polícia suspeita de que uma seita vem causando uma onda de surtos psicóticos em São Paulo. A Única pista disponível é um símbolo geométrico desenhado por uma das vítimas.

Intrigada e ansiosa para fugir da rotina, Alina decide investigar por conta própria um mistério que a fará questionar os limites entre razão e religião, cultura e crença. Em As perguntas, Antonio Xerxenesky costura o tédio da vida cotidiana com o desconforto do horror em um livro repleto de referências ao universo dos filmes, da música e do ocultismo.

Fonte: books.google.com.br

Tudo pode ser roubado, de GIOVANA MADALOSSO.

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A protagonista de Tudo pode ser roubado trabalha como garçonete em um conhecido restaurante na região da Avenida Paulista. É nas horas vagas que ela acumula boa parte das suas economias, aproveitando encontros fortuitos nas casas de homens e mulheres aleatórios para roubar roupas de grife e objetos de valor.

Até que um desconhecido a aborda no restaurante lhe oferecendo uma bolada para roubar um livro. Não um livro qualquer: a primeira edição de O Guarani, de 1857, arrematada em leilão por um professor universitário que se recusa a vendê-la. A Partir daí, a protagonista mergulhará cada vez mais em um estranho submundo que mistura um milionário excêntrico, drogas e sexo.

Fonte: books.google.com.br


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